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4 telas básicas que todo software e aplicativo precisam ter

Quando se pensa em desenvolver um software ou aplicativo, é normal idealizar quais são as telas necessárias e colocar isso no papel para levar para uma empresa desenvolvedora de software. Dito isso, levantamos 4 telas e funcionalidades básicas necessárias para softwares e aplicativos com o intuito de dar uma luz para quem estiver nesse momento de idealização.

  1. Home e login

Os aplicativos costumam ter uma tela de abertura. Passando por ela, irá pipocar uma funcionalidade de efetuação de login para digitar o nome do usuário e senha. Em softwares web, costuma-se ter uma tela só para essa etapa.

Tendo em vista que são feitos estudos de usabilidade para ajudar o usuário de um software ou aplicativo a chegar onde quer com o menor número de cliques possíveis, normalmente, a home é uma tela que tem como pano de fundo a funcionalidade principal do sistema.

No caso Uber, por exemplo, você já cai no mapa com a localização em tempo real dos motoristas andando próximos a você com um buscador para digitar onde quer ir. Já no Netflix, a home tem os lançamentos da plataforma, listas de filmes e séries em diferentes categorias. Portanto, é preciso ser feito todo esse trabalho de desenvolvimento da home.

  1. Cadastro

Os softwares podem ter um ou dois tipos de cadastro: cadastro para clientes e cadastro para colaboradores. Costuma-se ter cadastro para clientes em softwares e aplicativos B2C, onde o usuário final vai usar algum serviço que aquele sistema oferece como pedir um Uber ou assistir um filme.

O cadastro de colaboradores acontece em softwares desenvolvidos para a equipe interna de uma empresa fazer operações ou usar como uma intranet. Em muitos casos, há os dois tipos de cadastro, como um portal que serve de intranet para os colaboradores e os clientes também usam para subir, baixar documentos ou acompanhar o status de um serviço, por exemplo.

Para desenvolver essa tela, além de pensar em todo layout, é necessário entender quais informações são relevantes para o cadastro. No caso dos colaboradores, entre as informações que se costuma pedir, estão: nome do usuário, senha, e-mail, nome pessoal, cargo, unidade que trabalha e, dependendo do caso, uma foto.

Já para os clientes, pode-se exigir o nome do usuário, senha, e-mail, nome pessoal, telefone e até uma foto ou os produtos que está interessado em consumir. É importante que o software tenha a funcionalidade de edição caso o usuário queira editar seus dados.

  1. Menu e notificações

Normalmente localizado no canto superior direito da tela com ícone de “hambúrguer”, o menu também é fundamental para a navegação em qualquer software, de forma que o usuário possa pular para telas de diferentes funcionalidades sem ter que voltar para a home.

Uma funcionalidade muito comum no menu são as notificações, normalmente representadas por um sino de forma bem chamativa onde te avisa a atualização do status da sua operação, novidades do aplicativo e interações com outros usuários. As notificações também podem ter disparo automático para canais de comunicação como e-mail ou SMS.

  1. Funcionalidades do perfil administrador (CRUD)

Todo sistema, precisa de uma retaguarda e essa retaguarda é tudo aquilo que acontece nos “bastidores” e que o usuário não vê. Como o envio automático da senha para e-mail do usuário ou a listagem dos próprios usuários. Na tela do perfil administrador, ele também é habilitado para fazer o CRUD (Create, Read, Update e Delete), sigla em inglês para criar, ler, atualizar e deletar. Ou seja, o perfil administrador pode criar, editar e excluir usuários.

E aí, depois dessa leitura você conseguiu amadurecer o que está visualizando para seu software? Teve insights? Ficou com dúvidas? A partir disso, já sabe como a funcionalidade principal do seu sistema vai integrar com essas 4 telas?

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O que é Design Thinking e como se aplica ao SaaS?

O termo Design Thinking ganhou popularidade no mundo todo como grande aliado na cultura de inovação das organizações. Que tal utilizar o método Design Thinking para pensarmos fora da caixa e encontrarmos uma solução criativa e efetiva para as dores de uma empresa? Neste artigo, vamos explicar termos conceituais do Design Thinking e como ele pode ser aplicado ao SaaS.

Conceitos

Começando pelo conceito de Design Thinking, que é um método para estimular ideias criativas na abordagem de problemas, com análise de conhecimento e propostas de soluções.

Através do “pensamento de design” que tem uma abordagem empática, se busca um equilíbrio entre o lado científico e o exato de uma gestão, fazendo com que o problema passe por um processo de raciocínio para que se desenvolvam novas oportunidades e se diminuam os riscos envolvidos em um projeto.

O Design Thinking passa pelas seguintes etapas: Imersão, Ideação (brainstorming e conceitos), Prototipação (testagem de premissas), e Desenvolvimento (co-criação com o cliente e lançamento de aprendizagem).

Design Thinking e o SaaS

O SaaS, sigla para Software As A Service, ou seja, “Software Como Serviço” (que já mencionamos no artigo sobre inovação), é uma forma de distribuição e comercialização de softwares onde o fornecedor se responsabiliza por toda a estrutura necessária à disponibilização do sistema para o cliente.

Exemplo de Design Thinking aplicado ao SaaS: uma empresa da área de calçados vai lançar um novo produto para pessoas que caminham acompanhadas dos seus pets, e precisa elaborar a estratégia de lançamento. A intenção era que os tênis transmitissem um estilo que se conectasse com os animais de estimação. E, ao mesmo tempo, o produto precisaria se conectar com um app exclusivo para interatividade.

Um dos primeiros passos foi entrevistar pessoas que se exercitam com seus pets para identificar certas características desse público. O que esperam do produto? Como receberiam um aplicativo para esse produto?

Portanto, houve a etapa de Imersão, onde foi feito o mapeamento completo das possibilidades desse projeto, para depois entrar na etapa de Ideação (“e se?”) com brainstorming, desenvolvimento de conceitos e idealização. Até chegar a etapa de Prototipação, testando todas as premissas do projeto.

O aplicativo vai informar a contagem de passos, calorias perdidas de forma gamificada? Vai mostrar o todo o percurso percorrido em um mapa? Vai se conectar com as redes sociais para compartilhamento de fotos e vídeos da atividade realizada? Terá algum tipo de ranking torneio ou disputa para estimular o relacionamento entre esse público?

Com todas as perguntas respondidas, se avança para a etapa de Desenvolvimento, onde o cliente participa em um processo de “co-criação” na elaboração de um protótipo para avaliação dos primeiros resultados alcançados com o projeto.

Design Thinking na Youtan

Durante o desenvolvimento de um software ou aplicativo na Youtan, fazemos toda a etapa de imersão na “dor” do nosso cliente, ideação, prototipação onde o cliente faz os testes, validações, e etapa de desenvolvimento onde o cliente participa durante nossas sprints de scrum.

Mas e na realidade da sua empresa? Já pensou em ter um SaaS desenvolvido com Design Thinking para resolver suas dores? Seja a digitalização de processos, criação de um portal para seus colaboradores e clientes ou até um aplicativo de vendas.

Para saber mais, clique aqui e fale com a nossa equipe de atendimento online.

Youtan: Uma jornada de satisfação além do seu software.